terça-feira, 28 de outubro de 2014

Venezuela defende na OIT lei que reduz jornada e proíbe terceirizações

Elio Colmenares: "nossa luta é pela justiça social"
Presente na 18ª reunião regional da Organização Internacional do Trabalho, o vice-ministro de Direitos e Relações do Trabalho da Venezuela, Elio Colmenares, afirmou que nova legislação entrará em vigor em 2015 para “fortalecer direitos”. “Nós somos um modelo que vai na contramão ao que determina a OIT, que estabelece um mecanismo de diálogo social que, muitas vezes, mais se parece a um mecanismo de chantagem”, denunciou Colmenares. “Defendemos a progressividade e a intangibilidade dos direitos sociais. Nisso ninguém mexe e nem mexerá, são conquistas defendidas pelo nosso governo e por nosso povo e expressas na nossa Constituição”, frisou o representante venezuelano.

Leonardo Wexell Severo, de Lima

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

#PátriaGrande: Líderes do continente celebram vitória de Dilma Rousseff

Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula

Por Felipe Bianchi

Após a confirmação oficial da reeleição de Dilma Rousseff (PT) no Brasil (51,63% contra 48,36% do tucano Aécio Neves) neste domingo (26), diversos presidentes e líderes latino-americanos saudaram a vitória da atual presidente no país mais estratégico do projeto progressista em curso na região.

Além de garantir as boas relações com os países vizinhos e reforçar a tendência de integração e cooperação, a vitória de Dilma Rousseff representa a continuidade de um processo de transformações na América Latina, garantindo a manutenção de um mundo multipolar.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Coro Coro: Montanha de cobre a serviço do povo boliviano

Criação de nova empresa estatal alavanca crescimento com soberania

Leonardo Wexell Severo, de Coro Coro, Bolívia

A cerca de 100 quilômetros de La Paz, em pleno altiplano andino, está localizada Coro Coro, cidade mineira que se confunde com a própria história da Bolívia. Grande produtora de cobre, originalmente denominada Kori Kori Pata “montanha de ouro” ou ocororo “ouro baixo”, chegou a contar com quatro jornais e superar a capital, La Paz, em número de habitantes.
Resultado das políticas neoliberais que devastaram o país vizinho, o local onde se produzia sulfato de cobre foi fechado em 1985 e os mineiros desempregados, com o município praticamente transformado em cidade fantasma.
A reversão da tragédia começa em 2009, com o anúncio da reativação do distrito mineiro pelo presidente Evo Morales, e a entrada em operação, em 26 de outubro de 2010, da primeira planta produtora de cátodos de cobre da Bolívia, explicou o sociólogo Porfírio Cochi, nascido na localidade. “Coro Coro tinha a sua própria moeda e chegou a ser capital do Estado de Antofagasta, território que perdemos para o Chile. Abandonada, não tinha sequer estradas e uma viagem até La Paz chegava a durar oito horas em caminhão. Além de elevar a auto-estima, a retomada da produção abre enormes perspectivas para o desenvolvimento boliviano”, avaliou.

domingo, 12 de outubro de 2014

Evo reeleito: 'Pátria sim, colônia não!'

Presidente boliviano supera os 60% e governará até 2020

Por Leonardo Severo e Felipe Bianchi, de La Paz


“Irmãos e irmãs, obrigado pelo novo triunfo. Seguimos crescendo nesta sétima vitória, com mais de 60% dos votos [O principal opositor de Evo, Samuel Doria Medina, obteve cerca de 25%]. Este é um triunfo dos anticapitalistas e dos anticolonialistas contra o império norte-americano”, afirmou o presidente reeleito da Bolívia, Evo Morales, saudando a multidão concentrada em frente ao Palácio Quemado na noite deste domingo (12).

Bolivianos vão às urnas, exaltam democracia e repudiam boato de atentado contra Evo Morales

“Há 32 anos, derrotamos uma longa ditadura. Hoje, digo aos jovens que sejam vigilantes desse novo tempo e protagonistas da vida cidadã em nosso país”. Foi com essa afirmação que Wilma Velasco, presidente do Tribunal Supremo Eleitoral (TER) boliviano, inaugurou oficialmente as eleições gerais de 2014. A cerimônia ocorreu na manhã do domingo (12) e contou com a participação do vice-presidente do país, Álvaro García Linera.
Por Felipe Bianchi e Mônica Fonseca Severo, de La Paz


Algumas horas mais tarde, no colégio Agustín Aspiazu, o candidato à reeleição pelo Movimiento Al Socialismo (MAS) falou à imprensa, logo após cumprir com o ato do voto. Linera convocou os bolivianos a participarem do processo “com alegria, entusiasmo e responsabilidade, pois o voto define a pátria que queremos”.

Álvaro García Linera exibe 'papeleta' antes
de despositá-la em urna
“Quando a Bolívia está unida, ninguém nos para”, afirmou Linera. “Quando estamos divididos, todos se aproveitam de nossas debilidades, mas com um governo forte e uma sociedade mobilizada, o país se levanta”, complementou.

“Nossa querida Bolívia, que por tanto tempo foi maltratada e aparecia como o país mais pobre do continente, agora, aparece como um modelo de democracia, de economia, de Estado e de sociedade”, destacou. “Eu confio que os bolivianos, hoje, continuarão a validar esse otimismo e liderança da Bolívia na região”.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Bolívia: “Aqueles que roubavam nossas terras não vão voltar”

“Sou uma árvore e o meu dever é proteger meus frutos. Mataram meus filhos, a meus netos não matarão. É meu dever brigar”, declarou Brígida Bilca, vendedora de empanadas.

Por Mônica Fonseca Severo, de La Paz
Para compreender o que se passa no vizinho andino, nossa equipe conversou com diversos personagens, em distintos momentos de nossa estadia na Bolívia. A despeito da dificuldade de diálogo, visto que o primeiro idioma da maioria da população não é o espanhol, a vontade de comunicar-se sempre falou mais alto.

Brígida Bilca, 55 anos, vendedora ambulante de empanadas, explicou porque, a seu ver, Evo Morales será reeleito neste domingo, 12 de outubro. “Evo descende dos homens de pedra, por isso é garantido para o mundo. Eu também sou descendente dos homens de pedra e, por isso, não posso duvidar dele. Antes dele, eram os padres e os brancos que mandavam,  faziam um irmão matar o outro. Evo nos salvou deste massacre”.  Homens de pedra é a tradução para o espanhol da expressão em aymara que designa os descendentes da civilização Tiahuanaco, provavelmente a mais antiga do mundo. Brígida ressalta a identificação cultural do presidente com a maioria da população, já que 80% dos bolivianos se identificam como aymaras, quéchuas ou guaranis. Com relação à expressão ‘irmão que mata irmão’, Brígida se refere a confrontos entre populares e forças armadas, constituída por bolivianos.

Na Bolívia, possível vitória da direita brasileira é vista como 'desastre continental'

Protagonistas no governo de Evo Morales, movimentos sociais bolivianos preocupam-se com o país vizinho: “Aécio Neves seria um duro golpe na integração latino-americana”.


Por Felipe Bianchi dos Santos e Lidyane Ponciano (fotos), de La Paz

Valeria Silva: "Brasil é imprescindível para um mundo multipolar"
“Se perdermos o processo de mudanças sociais que existe no Brasil, perderemos muito em toda a América Latina”, decretou Valeria Silva, nesta sexta-feira (10), em La Paz, Bolívia. A historiadora, cientista política e representante da Generación Evo, “fenômeno” que tem agrupado de forma massiva a juventude engajada na transformação pelo qual passa a nação andina, avalia que “a volta do neoliberalismo significa o fim da soberania do povo brasileiro”. 

Conforme defende a jovem - Valéria tem 24 anos e concorre, nas eleições gerais de 2014, a uma vaga como deputada suplente pelo Movimiento al Socialismo (MAS) –, o Brasil é referência no continente pela sua incidência internacional. “O que acontece no país reflete em todos os vizinhos”, argumenta. “Hoje não temos presença ou ingerência estrangeira no Brasil, na Bolívia, na Venezuela, no Equador. Se o Brasil voltar a flertar com o imperialismo, o que fatalmente acontecerá caso a direita triunfe, tenham certeza de que tentarão derrubar a todos”.

“Hoje quem faz a lei na Bolívia não são mais o FMI e o Banco Mundial”

Afirmação é do professor Jorge Baldivieso Garcia, membro da executiva da Central Operária Boliviana (COB), em entrevista ao ComunicaSul.
Por Leonardo Severo, de La Paz
Fotos por Mônica Fonseca Severo


Símbolo de luta e resistência ao neoliberalismo, a Central Operária Boliviana (COB) vem tendo um papel de destaque na construção do processo revolucionário que vive o país andino, desde a vitória do presidente Evo Morales. Única representante dos trabalhadores do país, a COB tem dialogado com o governo a fim de garantir que as pautas do mundo do trabalho estejam cada vez mais presentes em todas as esferas da administração pública. Pelos reconhecidos avanços do último período – o salário mínimo teve um aumento real de 105% -, a Central fez uma aliança pela reeleição do presidente, que reconhece na COB e nos movimentos valorosos “companheiros da mudança”. Por sua parte, a entidade comemora a construção da Lei Geral do Trabalho, que irá surgir, porque “hoje quem faz a lei na Bolívia não são mais os assessores do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial”. Nesta entrevista, Jorge Baldivieso Garcia, membro da executiva nacional da COB, faz um pequeno resgate da luta da classe trabalhadora pela libertação nacional e dos novos desafios a partir da reeleição do presidente Evo Morales no próximo domingo, 12 de outubro.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Memória viva da guerrilha latino-americana contra os falsificadores da História

Efraín Quicanez Aguilar, mais conhecido como Negro José
Herói no anonimato, Negro José relata a exitosa fuga dos guerrilheiros de Che

Monica Fonseca Severo

Aos 84 anos de idade, Efraín Quicanez Aguilar, mais conhecido como Negro José, recebeu a equipe do Comunicasul em La Paz. Logo na chegada, uma análise sobre o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras. Emenda com análise de conjuntura da Bolívia, do embate eleitoral em curso, da luta anti-imperialista e do processo de transformação vivido nos últimos anos, com a chegada na presidência de Evo Morales.

Mais de 500 mil em El Alto com Evo Morales

Candidato à reeleição em sufrágio marcado para o domingo (12), atual presidente boliviano ressaltou importância da nacionalização dos setores estratégicos, frisou que La Paz será capital da energia nuclear e decretou: "Aceitamos cooperação. Chantagem, nunca mais".

Por Leonardo Severo e Felipe Bianchi, de La Paz
Fotos por Lidyane Ponciano

Evo agita bandeira brasileira durante ato. Foto: Felipe Bianchi

Mais de meio milhão de bolivianos se somaram nesta quarta-feira (8), em El Alto, no comício de encerramento da campanha à reeleição do presidente Evo Morales – o país vais às urnas no domingo (12). Em frente ao palanque – montado ao lado da estátua de Che Guevara, que tombou no país andino, no mesmo 8 de outubro, em 1967 –, um mar de bandeiras azuis do Movimento ao Socialismo (MAS) e  ‘wipalas’, símbolo da rebeldia e da determinação indígena frente ao colonialismo, reafirmando a popularidade do projeto iniciado pelo governo em 2006.

Multidão toma as ruas de El Alto, a 4 mil metros de altitude
“Enfrentamos os saqueadores e o modelo de assalto ao nosso país e nossas riquezas”, salientou Evo. “Superamos um histórico de golpes de Estado, ditaduras militares e intervenções do imperialismo. Isso acabou, graças à luta e à consciência do povo. Por isso não temos mais, no Palácio de governo, a embaixada dos Estados Unidos ou o Departamento Anti-drogas norte-americano. Estamos melhor no aspecto democrático, econômico e social. Vamos avançar ainda mais nos próximos cinco anos°, sublinhou Evo.

Ainda em relação ao passado não tão distante – em 2005, a pobreza extrema atingia quatro em cada 10 bolivianos –, o candidato à reeleição lembrou que, antes, falavam aos povos indígenas que serviam para votar, não para serem votados. “Nove anos depois, ensinamos os vende-pátrias, os imperialistas, os entreguistas e os separatistas como se governa”, sentenciou.

Vice-presidente Álvaro García Linera conversa
com Evo Morales
O presidente agradeceu o apoio e o compromisso dos movimentos sociais que se somaram para levar o projeto nacional a cabo e, agora, para aprofundá-lo. Ele também saudou a solidariedade das delegações brasileira e argentina presentes ao ato. “A unidade nos garante dignidade e soberania”, destacou.

Ele também comemorou a derrota dos separatistas dos estados da chamada “meia lua”: Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija. “Agora estamos unidos, somos uma lua cheia e construímos um país livre, com estabilidade e crescimento econômico, trazendo esperança e garantia para as futuras gerações°.

O ex-líder cocalero, disparado no primeiro lugar das pesquisas eleitorais, lembrou que antes das nacionalizações dos hidrocarbonetos o país recebia pouco mais de 300 milhões de dólares. Para este ano, o governo projeto cerca de sete bilhões. Evo defendeu que o país deve deixar cada vez mais de ser um exportador de matérias-primas sem valor agregado e alavancar a industrialização das riquezas naturais.


“Vamos transformar a Bolívia no centro energético da América do Sul. Este é um compromisso que afirmamos como política de Estado, não de governo”, assinalou. “Com investimentos em energias limpas”, destacou Evo, o governo boliviano potencializará a industrialização do país. “Pando será a capital da energia solar, Potosí da energIa térmica, e Tarija da termoelétrica. La Paz, por sua vez, será a capital da energia nuclear”.

Em relação à soberania do país, o candidato à reeleição comemorou o fato de a Bolívia não depender de mais ninguém: “O nosso Banco Central servia ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Agora, aceitamos cooperação, mas chantagem nunca mais”.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Teleférico é sinônimo de agilidade e economia para bolivianos



Inaugurada em setembro pelo Presidente Evo Morales, a linha amarela do teleférico que liga La Paz a região oeste de El Alto, tem aproximadamente 4km de comprimento, 169 cabines, 31 torres e quatro estações. Construído a quase 4 mil metros acima do nível do mar, é considerado o mais alto do mundo. 
Por Mônica Fonseca Severo e Lidyane Ponciano, de La Paz

Bolívia: Ministro considera avanços ‘irreversíveis’ e critica oportunismo da oposição

César Navarro quer aprofundar desenvolvimento e lamenta que opositores tentem ‘usurpar’ as vitórias populares; país vais às urnas no domingo (12). “A nacionalização, como diz Evo Morales, é a refundação econômica do Estado, e a Constituinte, a refundação política”, afirmou o ministro de Minas e Metalurgia, em entrevista ao ComunicaSul, nesta terça-feira (7).

Por Felipe Bianchi e Leonardo Severo, de La Paz

terça-feira, 7 de outubro de 2014

“Invasão USA” denuncia crimes do império contra Bolívia desde 1920

Invasión USA: denúncia contundente
Série de documentários desnuda “décadas marcadas pelo assalto, saque, intervenção e imposição de políticas antipopulares”

Leonardo Wexell Severo, de La Paz

Recém-lançada na Bolívia, a série de documentários “Invasão USA”, traça um mapa detalhado da ingerência imperial dos Estados Unidos no país andino, de 1920 até nossos dias. “Foram décadas e décadas marcadas pelo assalto, saque, intervenção e imposição de políticas antipopulares”, revela o jornalista argentino Mariano Vázquez, responsável pela investigação histórica.
De acordo com Mariano, que mora no país há quase três anos, a série traz à tona “a história que não existe nos livros oficiais, que apenas foi contada em pequenas doses por alguns valentes, que muitos preferiram ocultar ou ignorar e outros preferiram esquecer. Por estas razões acreditamos que constitui uma obra vital para as futuras gerações, para que não esqueçam os tempos da capitulação nacional em mãos do império”.
“Invasão USA” consta de seis capítulos e inicia com a instalação na Bolívia da toda poderosa Standard Oil Company de New Jersey, que abriu o caminho a outras transnacionais que chegaram ao país para saquear os recursos naturais sem deixar nada em troca. “Além disso, a companhia petrolífera jogou um papel ativo contra a Bolívia na Guerra do Chaco, negando todo tipo de assistência, inclusive humanitária, até o limite de colaborar com o inimigo”, descreve Mariano.

Bolívia voa alto com a nacionalização

Retomada do patrimônio público estatal possibilita injeção de recursos no desenvolvimento soberano do país
Leonardo Wexell Severo, de La Paz

Partimos de São Paulo no Boeing 737 da Boliviana de Aviación (BOA) rumo a La Paz, acompanhados pelo colorido da Wipala, a bandeira quadrada de sete cores, convertida em símbolo pátrio do país andino após a promulgação fa Constituição de 2009. Metáfora da autoestima resgatada pelos avanços obtidos pelo governo de Evo Morales, o estandarte secular da “unidade, igualdade, organização e harmonia”, convida à compreensão sobre o processo de conversão destes valores em prática de governo.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O trabalho não pode estar associado à morte

por Renata Mielli, de Montevidéo


“Não pode ser que o trabalho esteja associado à morte. Nossa luta é muito maior do que apenas uma luta por melhores salários, claro dinheiro é importante, mas temos que defender a vida e a dignidade do trabalhador”, afirma Javier Diaz, dirigente nacional do Sindicato Unificado Nacional da Construção e Anexos – Sunca.

Depois de muita discussão, o Sunca conseguiu garantir a aprovação de uma Lei no parlamento uruguaio que penaliza os empregadores que coloquem em perigo a integridade física dos trabalhadores pelo não cumprimento das normas de segurança e higiene.

Uruguai: Fábrica de cerâmica é recuperada por cooperativa de trabalhadores

Renata Mielli, Secretária-Geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e integrante do Comunicasul, está no Uruguai e produziu artigo especial para o blog. Confira:


Em 2009, a falência da Cerâmica Olmos, no Uruguai, deixou 753 trabalhadores desempregados. A única indústria de pisos, azulejos e louças sanitárias do país foi fechada depois de 75 anos de funcionamento, em função de dívidas astronômicas contraídas por seus proprietários. Há um ano a fábrica foi recuperada e reinaugurada depois de todo um processo de luta dos trabalhadores que durou 4 anos.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

ComunicaSul reforça o elo latino-americano, defende Paulo Cannabrava

“A ComunicaSul reforça o elo entre os países latino-americanos. É uma rede de comunicação colaborativa que aproxima o povo brasileiro da informação sobre a nossa história comum, reafirmando o caminho de desenvolvimento e soberania a ser construído”, declarou o veterano jornalista Paulo Cannabrava Filho, um dos responsáveis pelos históricos “Cadernos do Terceiro Mundo” e atualmente editor do site Diálogos do Sul.

Por Leonardo Severo