terça-feira, 22 de novembro de 2016

Tribunal corrige injustiça e absolve Raquel Villalba por pretenso “crime” de Curuguaty

Leonardo Wexel Severo, Observador Internacional do caso Curuguaty
Após 4 anos, justiça foi feita para Raquel Villalba
O Tribunal de Sentenças de Salto de Guairá, no Paraguai, decidiu na última quinta-feira pela libertação de Raquel Villalba, de 19 anos, injustamente acusada pelos delitos de “invasão de imóvel alheio” e “associação criminosa” – na qualidade de autora – e “tentativa de homicídio” – na qualidade de cúmplice - no caso de Marina Kue, em Curuguaty. Pré-julgada pela “justiça” e pela mídia paraguaia, ela vinha sendo mantida há quatro anos sob custódia policial. A defesa exigiu - e garantiu - a anulação do processo ao comprovar que o Ministério Público não adotou duas medidas obrigatórias determinadas pelo Código da Criança e do Adolescente, como a avaliação psicológica e psicossocial da jovem no momento dos fatos.